sexta-feira, abril 17, 2026
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Prefeitura de SP anuncia substitutas de Transwolff e UpBus após denúncias

por rafaeloliveira
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A Prefeitura de São Paulo anunciou nesta sexta-feira (28) as empresas de ônibus que irão substituir as concessionárias Transwolff e UpBus, que tiveram os contratos rompidos em janeiro, após serem investigadas por ligação com o Primeiro Comando da Capital (PCC).

Segundo a administração municipal, a Sancetur deve substituir a Transwolff, que operava na zona Sul da capital, e conta com 132 linhas. Já a Alfa RodoBus, que já atua no sistema de transporte coletivo da cidade há 10 anos, irá substituir a UpBus, responsável por 13 linhas na zona Leste.

A fase de transição tem previsão para iniciar no dia 15 de março, sendo realizada de forma gradual. Até lá, a operação das linhas que eram de responsabilidade da Transwolff e da UpBus, ficará com a prefeitura.

“A Prefeitura de São Paulo garantirá a continuidade da operação de ônibus nas duas empresas substituídas. Os 590 mil passageiros que utilizam diariamente as linhas de ônibus atualmente operadas pela Transwolff e os 70 mil passageiros diários da UpBus continuarão a ser atendidos, bem como trabalhadores e fornecedores, sem qualquer prejuízo na prestação de serviço”, diz um trecho da nota.

Em 9 de abril de 2024, a prefeitura decretou intervenção nas concessionárias Transwolff, atendendo uma decisão da Justiça, e da UpBus, por determinação do prefeito Ricardo Nunes. À época, os comitês de intervenção nomeados foram compostos por representantes da SPTrans, da Controladoria Geral do Município, da Procuradoria Geral do Município e Secretaria da Fazenda.

Entenda o caso

Uma operação deflagrada pelo Ministério Público de São Paulo (MPSP), em abril do ano passado, teve como alvo as empresas Transwolff e UPBus, que operam linhas municipais de São Paulo, e foram apontadas como intermediárias para lavagem de dinheiro proveniente do PCC.

Segundo a investigação, as empresas, que transportam diariamente mais de 700 mil passageiros na capital paulista, são ligadas à facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) e utilizadas para lavar dinheiro obtido com diversos crimes, como tráfico de drogas e roubos.

Ambas as empresas teriam recebido mais de R$ 800 milhões dos cofres públicos somente no ano passado.

A Operação Fim da Linha, cumpriu quatro mandados de prisão preventiva e 52 de busca e apreensão na capital paulista e em outras cidades da região metropolitana e do interior de SP.

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