quinta-feira, abril 16, 2026
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Chefe do PCC preso por assalto em aeroporto no RS está foragido após receber liberdade provisória para tratamento de saúde

por admin
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Mais de R$ 14 milhões foram roubados. Um policial militar, Fabiano Oliveira, e um dos assaltantes foram mortos durante o confronto a tiros (relembre, abaixo, o crime).

Adriano respondia pelo crime preso na Penitenciária de Alta Segurança de Charqueadas (Pasc), mas foi autorizado pela Justiça a cumprir pena em prisão domiciliar por 60 dias para tratamento de saúde. No entanto, rompeu a tornozeleira eletrônica e fugiu, diz a PF. Um novo pedido de prisão foi expedido pela Justiça Federal.

O g1 procura a defesa dele para que possa se manifestar sobre o caso.

Quem é Cigano

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Cigano é apontado pela PF como um dos chefes do PCC na cidade de Guarulhos, em São Paulo, e a pessoa que tinha “a maior capacidade intelectual entre os assaltantes“, além de ser “o homem ligado ao dinheiro do grupo

Ele teria se aliado a Guilherme Costa Ambrozio, responsável pelo elo entre o PCC e uma organização criminosa do RS com envolvimento no assalto. Gaúcho radicado em São Paulo, Ambrozio teria conexões com os dois grupos. Foi ele que morreu no confronto entre a polícia e os assaltantes.

Já ligado à organização do RS está Diego Moacir Jung, apelidado de Dieguinho, condenado a 48 anos de prisão e com passagens em 10 assaltos a banco desde 2003. Ele está preso.

Relembre o crime

Investigação sobre assalto no aeroporto de Caxias do Sul — Foto: Reprodução

Conforme a PF, nove pessoas das duas organizações criminosas usaram veículos disfarçados como viaturas da polícia e uniformes policiais para cometer o assalto. O alvo era um avião-pagador que estava na pista do aeroporto de Caxias do Sul.

Os criminosos acessaram a área restrita do aeroporto e renderam funcionários na guarita. Depois, abordaram com tiros de fuzil a aeronave e roubaram mais de R$ 14 milhões. Outros R$ 15 milhões foram recuperados pela polícia após troca de tiros.

Para fugir do cerco policial feito pelas forças de segurança, os assaltantes usaram uma van com placas clonadas adaptada para se parecer com um veículo de transporte escolar.

Foi esse veículo que resgatou os assaltantes, que estavam armados e carregando os malotes de dinheiro, após eles chegarem ao distrito de Galópolis, em Caxias do Sul. Assim, como se estivessem transportando alunos, eles conseguiram despistar a polícia.

Também foi descoberto o número de imóveis usados entre a preparação do roubo, a execução e a fuga: três sítios, um na área rural de Igrejinha, no Vale do Paranhana, outro sítio em Riozinho, também no Vale do Paranhana, e um terceiro em Alto Feliz, na Serra; e duas casas, uma na Vila Tupã, em Alvorada, e outra no bairro Monte Verde, em Farroupilha.

Dezenove réus na Justiça

Assalto no aeroporto de Caxias do Sul — Foto: Reprodução

Em 13 de setembro, a Justiça Federal aceitou a denúncia e tornou 19 dos assaltantes réus por latrocínio e tentativa de latrocínio. O entendimento da Justiça foi de que, além de matarem o policial militar, os assaltantes colocaram em risco as vidas de 13 funcionários das empresas de segurança e de oito policiais militares durante o confronto no aeroporto.

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