sexta-feira, abril 17, 2026
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Falsa psicóloga é indiciada por estelionato contra crianças e adolescentes no RS; prejuízo chega a R$ 48 mil

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A suspeita, cujo nome não é informado pela Polícia Civil, apresentava-se como psicóloga, sem ter formação e teria atuado por pelo menos três anos. De acordo com a investigação, a mulher cobrava cerca de R$ 130 por sessão.

Ela usava ilegalmente o registro profissional de uma psicóloga que atende em Ivoti, cidade a cerca de 50 km de Porto Alegre. A profissional desconhecia que estava sendo lesada.

O inquérito foi conduzido pela 3ª Delegacia de Polícia de Proteção à Criança e ao Adolescente. Com base nas provas reunidas, a mulher foi indiciada por estelionato majorado, por envolver vítimas vulneráveis.

Em depoimento à polícia, a suspeita preferiu ficar em silêncio e não apresentou defesa.

Mulher já é ré por outros crimes

A mulher já é ré por exercício ilegal da profissão e falsidade ideológica, após uma denúncia do Ministério Público ser aceita pela Justiça em agosto. Neste processo, o inquérito foi conduzido pela Delegacia de Polícia de Ivoti.

Entre os dois inquéritos, a polícia aponta que o número de vítimas pode ter passado de 80. Cerca de 29 delas seriam crianças e adolescentes, com idades entre os 3 e os 15 anos.

De acordo com o Tribunal, o processo tramita em segredo de justiça, por solicitação da Promotoria, já que há a presença de dados sensíveis envolvendo crianças e adolescentes.

Em nota, a defesa da indiciada informou que “causa estranheza” a definição jurídica diversa dos processos. Confira abaixo a nota na íntegra:

“Atuamos na defesa dela no processo de exercício ilegal da profissão e falsidade ideológica, onde a defesa foi apresentada e, somente agora, tivemos acesso à totalidade daquela investigação. Não atuamos nessa investigação por estelionato, de modo que não temos conhecimento sobre a investigação para que possamos nos manifestar. Mas, ao que sabemos, são fatos semelhantes nos processos, o que causa estranheza ter definição jurídica tão diversa. Buscaremos acesso aos autos para uma melhor compreensão dos fatos e para que ela possa se defender nos autos do processo.”

Polícia cumpriu ordens judiciais em endereços ligados a mulher suspeita de se passar por psicóloga — Foto: Divulgação/Polícia Civil

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