quinta-feira, abril 16, 2026
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Polícia conclui que pai teria abusado filho de 2 anos em Canoas; homem responde por estupro de vulnerável

por admin
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O homem, de 25 anos, está preso preventivamente desde a quarta-feira (19). O nome dele não será divulgado para preservar a criança.

Conforme Barison, as suspeitas de abusos foram constatadas a partir da identificação de ferimentos e análise de material genético. Durante o interrogatório, o suspeito negou que tenha cometido o crime.

A Justiça fixou medidas protetivas de urgência em favor da vítima. O homem está proibido de se aproximar da criança e da casa onde mora (respeitada a distância mínima de 500 metros) e de manter contato com o filho por qualquer meio – no momento, ele está preso.

Violência e abuso sexual infantil: veja os sinais e saiba como proteger as crianças

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A investigação teve início na terça-feira (18). O menino foi levado pelos pais a um hospital do município com desmaio e vômito. A equipe médica identificou indícios de possíveis crimes sexuais. A Brigada Militar (BM) foi acionada. O homem e a mulher foram ouvidos separadamente.

A mãe relatou aos PMs que o filho vinha apresentando comportamento diferente e que não queria ficar com o pai. Segundo os registros, ela também cogitou que o companheiro tivesse drogado o menino.

Ainda não há conclusão do exame que vai apurar a presença de substâncias ilícitas, de acordo com Barison. O pai da criança foi conduzido à Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento (DPPA), onde houve o registro da prisão em flagrante.

Na quarta-feira (19), o corpo de um tio do menino foi encontrado em Cachoeirinha, município vizinho a Canoas, com marcas de tiro e parcialmente despido. Barison afirma que ele também era suspeito de abuso sexual no caso.

No mesmo dia, o pai teve a prisão preventiva decretada pela Justiça após passar por audiência de custódia no Núcleo de Gestão Estratégica do Sistema Prisional (Nugesp).

O inquérito deverá ser remetido à Justiça em até 10 dias. A polícia apura se houve algum possível abuso ou omissão por parte da mãe da criança. Ela foi ouvida novamente, mas o teor do depoimento não foi revelado.

Conheça os principais sinais de violência e abuso

  • Hematomas e fraturas constantes
  • Uso de roupas compridas, mesmo no calor, para esconder machucados
  • Queimaduras de repetição
  • Cobrir o rosto com as mãos quando adulto fala mais firme
  • Mudanças bruscas de comportamento: criança se torna mais agressiva ou quieta e triste
  • Mudanças no padrão de alimentação ou sono: passaram a comer e dormir muito mais ou muito menos
  • Regressão de comportamento: voltar a usar fraldas, fazer xixi na cama, crises de choro
  • Atrasos no desenvolvimento
  • Comportamento sexualizado, inadequado para a idade
  • Demonstrar medo de algum parente ou adulto próximo à família

Denúncias de violência contra crianças sobre 24% no Brasil

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Saiba como denunciar casos de abuso sexual

  • Polícia Militar – 190: quando a criança está correndo risco imediato
  • Samu – 192: para pedidos de socorro urgentes
  • Delegacias especializadas no atendimento de crianças ou de mulheres ou qualquer delegacia de polícia
  • Disque 100: recebe denúncias de violações de direitos humanos. A denúncia é anônima e pode ser feita por qualquer pessoa
  • Conselho tutelar: são os conselheiros que vão até a casa denunciada e verificam o caso. Dependendo da situação, já podem chegar com apoio policial e pedir abertura de inquérito.
  • Profissionais de saúde: médicos, enfermeiros, psicólogos, entre outros, precisam fazer notificação compulsória em casos de suspeita de violência. Essa notificação é encaminhada aos conselhos tutelares e polícia: disquedenuncia@sedh.gov.br
  • WhatsApp do Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos: (61) 99656- 5008
  • Unidades do Ministério Público

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