sexta-feira, abril 17, 2026
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Polícia indicia PM que matou feirante no RJ; vídeo mostra confusão e tiros

por thiagofelix
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A Polícia Civil indiciou por homicídio qualificado o 3° sargento da PM que matou um feirante, em abril deste ano, no Rio de Janeiro. O crime aconteceu na saída de uma boate na Penha, zona norte da capital fluminense.

De acordo com o inquérito da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC), o policial Fernando Ribeiro Baraúna, que estava de folga, se envolveu em uma confusão no interior da boate e teria confundido a vítima com o desafeto.

Imagens de câmeras de segurança registraram o início da confusão, por volta das 4h30, dentro da boate. Nas gravações, a esposa do sargento aparece discutindo e gritando com um homem ainda não identificado, que é retirado do local por um segurança. Veja abaixo:

O desentendimento continua na área externa da boate e nas imediações de uma agência bancária, onde o homem permanece por cerca de uma hora, aguardando a saída de Fernando, enquanto conversa com amigos.

Mais tarde, ao deixar a boate com a esposa, o PM é surpreendido pelo mesmo homem, que quebra uma garrafa e se aproxima escondendo o objeto. Ele desfere um golpe no pescoço do sargento, que revida com disparos. A perseguição segue pela Rua Belisário Pena, onde ocorria a montagem de uma feira. As câmeras mostram Fernando atirando diversas vezes enquanto corre atrás do agressor.

Após o confronto, o policial circula de carro pela Praça Panamericana e retorna ao local. Segundo a investigação, o agente confundiu o feirante com o agressor e atirou. Em seguida, o autor dos disparos e a esposa descem do veículo e são detidos por PMs de serviço. Fernando Baraúna foi preso em flagrante.

Pedro Henrique Morato Dantas, de 20 anos, era filho de um feirante conhecido e morava na região da Estrada da Água Branca, na Zona Oeste. Em sua página no Instagram, o jovem tinha mais de 13 mil seguidores. Ele trabalhava na Feira de Honório Gurgel, na Praça Panamericana, no bairro da Penha.

À época do crime, a Polícia Militar informou que a Corregedoria da corporação foi acionada e que um procedimento apuratório interno foi instaurado. A PM reforçou que não compactua com cometimento de excessos e crimes realizados por seus entes, punindo com rigor os envolvidos quando constatados os fatos.

O Inquérito da DHC foi encaminhado ao Ministério Público do Rio de Janeiro, que vai decidir se denuncia ou não o 3° sargento. A CNN não localizou a defesa do PM.

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