Segundo o delegado Anselmo Cruz, o suspeito se apresentava como “John Ricce”. Durante a investigação, porém, os policiais não encontraram documentos falsos com esse nome.
Matheus conhecia as vítimas dos dois crimes. Em Florianópolis, era vizinho de Luciani, e em São Paulo, chegou a ser segurança da padaria em que João Batista Vieira, de 65 anos, era dono em Laranjal Paulista (SP).
O que motivou o crime contra Luciani Estivalet
A primeira pessoa presa foi Ângela Maria Moro, de 47 anos, encontrada com pertences da vítima. Inicialmente, ela foi detida por receptação, mas agora também é investigada pelo latrocínio, já que, segundo Anselmo, há indícios de que ela também participou da execução de Luciani.
Procurada pelo g1, a defesa da mulher afirmou nesta quarta-feira (18) que ela declara inocência.
Na sexta, Matheus e a companheira dele, Letícia Jardim, de 30 anos, foram detidos. Conforme o delegado, “todos estavam tendo vantagem, recebendo produtos” comprados com os dados da corretora.
A mãe de Matheus, que chegou a ser ouvida como investigada, não responde até o momento a nenhum crime, assim como o irmão dele, um adolescente de 14 anos, também encontrado com produtos comprados no nome de Luciani.
Luciani Aparecida Estivalet Freitas está desaparecida em Florianópolis — Foto: Redes sociais/ Reprodução
Infográfico – Morte corretora gaúcha — Foto: Arte/g1