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Estarão em disputa as cadeiras do Rio Grande do Sul ocupadas pelos senadores Luis Carlos Heinze (PP) e Paulo Paim (PT), que não devem tentar a reeleição. Pré-candidatura do ex-governador Germano Rigotto foi a mais recente confirmada.
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Duas cadeiras do Senado Federal por estado estarão em disputa nas eleições 2026.
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Os senadores gaúchos Luis Carlos Heinze (PP) e Paulo Paim (PT) não devem disputar a reeleição.
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Há definições de pré-candidatos nas chapas encabeçadas por MDB, PL e PT, enquanto as vagas das chapas de PDT e PSDB ainda estão indefinidas.
Frederico Antunes, Germano Rigotto, Manuela d’Ávila, Marcel van Hattem, Paulo Pimenta e Ubiratan Sanderson — Foto: Celso Bender/ALRS, MDB/Divulgação, Instagram/Reprodução, Marina Ramos/Câmara dos Deputados, Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados e Marina Ramos/Câmara dos Deputados
Mais de 155 milhões de eleitores espalhados por todo o país devem eleger dois senadores por Estado nas eleições de 2026. No Rio Grande do Sul, mais de 8,6 milhões de pessoas devem ir às urnas em outubro no pleito.
A chapa de Luciano Zucco (PL), postulante a governador de Jair Bolsonaro em solo gaúcho, definiu seus pré-candidatos ainda em 2025: os deputados federais Marcel van Hattem (Novo) e Ubiratan Sanderson (PL).

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A chapa encabeçada por Edegar Pretto, do PT de Luiz Inácio Lula da Silva, também já antecipou os nomes que devem preencher as duas vagas para a Casa Alta: a ex-deputada Manuela d’Ávila (PSOL) e o deputado Paulo Pimenta (PT).
O PSDB de Marcelo Maranata chegou a sondar a ex-governadora tucana Yeda Crusius, mas ainda não tem definições.