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RS terá casa de passagem com prioridade para famílias da Venezuela em meio à tensão do país com os EUA
Edital seleciona organização para gerenciar abrigo destinado a imigrantes e refugiados em Porto Alegre. Serviço deve atender até 20 famílias e iniciar operações até o fim do semestre.
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Prefeitura de Porto Alegre abriu edital para escolher organização que vai administrar nova casa de passagem para imigrantes e refugiados.
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Serviço oferecerá acolhimento temporário, alimentação e acompanhamento técnico para cerca de 50 pessoas.
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Organizações interessadas devem se inscrever até 5 de fevereiro, conforme critérios do edital publicado no Diário Oficial.
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A iniciativa faz parte das ações para ampliar a rede de proteção social e qualificar o atendimento a pessoas em situação de vulnerabilidade.

Por que o petróleo da Venezuela é tão importante para os EUA
A Prefeitura de Porto Alegre publicou um edital para selecionar uma organização da sociedade civil responsável pela implementação de uma casa de passagem voltada ao acolhimento de imigrantes e refugiados, com prioridade para famílias venezuelanas. A publicação acontece em meio a tensão após operação militar dos EUA capturar o líder da Venezuela, Nicolás Maduro.
O serviço prevê acolhimento temporário e emergencial em espaço adequado, com capacidade para até 20 famílias, totalizando cerca de 50 pessoas. O funcionamento será ininterrupto, 24 horas por dia, garantindo atendimento contínuo às famílias acolhidas.
A expectativa é que a nova casa entre em operação até o fim do primeiro semestre de 2026.
As organizações interessadas devem atender aos critérios estabelecidos no edital, que define prazos, fontes de recursos e parâmetros técnicos para a execução do serviço. As inscrições podem ser feitas até 5 de fevereiro.
De acordo com o poder público, a iniciativa integra o conjunto de ações para ampliar a rede municipal de casas de passagem para diferentes públicos e qualificar o atendimento às pessoas em situação de vulnerabilidade social na capital.
Bandeira do Brasil com a Venezuela na fronteira — Foto: Caíque Rodrigues/g1 RR