{"id":38626,"date":"2025-12-18T05:25:40","date_gmt":"2025-12-18T08:25:40","guid":{"rendered":"https:\/\/radioultimapalavra.amelhor.net\/site\/conheca-os-segredos-e-a-ciencia-que-fazem-os-espumantes-gauchos-conquistarem-o-mundo\/"},"modified":"2025-12-18T05:25:40","modified_gmt":"2025-12-18T08:25:40","slug":"conheca-os-segredos-e-a-ciencia-que-fazem-os-espumantes-gauchos-conquistarem-o-mundo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/radioultimapalavra.amelhor.net\/site\/conheca-os-segredos-e-a-ciencia-que-fazem-os-espumantes-gauchos-conquistarem-o-mundo\/","title":{"rendered":"Conhe\u00e7a os segredos e a ci\u00eancia que fazem os espumantes ga\u00fachos conquistarem o mundo"},"content":{"rendered":"<div>\n<div id=\"chunk-bvi23\">\n<p data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links> Para chegar a esse resultado, entram em cena segredos bem guardados, como: os <strong>ventos frios<\/strong> das altitudes, o <strong>solo pedregoso<\/strong> que controla a \u00e1gua, o <strong>manejo<\/strong> preciso das parreiras, a <strong>fermenta\u00e7\u00e3o lenta <\/strong>na pr\u00f3pria garrafa e o <strong>melhoramento gen\u00e9tico<\/strong> que h\u00e1 d\u00e9cadas impulsiona a vitivinicultura brasileira. <\/p>\n<\/p><\/div>\n<div id=\"chunk-37n8g\">\n<p data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links> Esse cuidado se reflete em <strong>conquistas internacionais<\/strong>, com <span>espumantes ga\u00fachos premiados em pa\u00edses que s\u00e3o refer\u00eancia mundial<\/span>, como Fran\u00e7a e It\u00e1lia. <\/p>\n<\/p><\/div>\n<div id=\"chunk-3dvsu\">\n<p data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links> Em Bento Gon\u00e7alves, por exemplo, a Embrapa Uva e Vinho carrega mais de quatro d\u00e9cadas de hist\u00f3ria dedicadas \u00e0 pesquisa e ao aprimoramento gen\u00e9tico das videiras. <\/p>\n<\/p><\/div>\n<div data-block-type=\"raw\" data-block-weight=\"22\" id=\"chunk-e4u4n\">\n<blockquote><p>&#8220;O Brasil evoluiu muito na vitivinicultura. Em especial, o espumante \u00e9 ainda mais marcante essa evolu\u00e7\u00e3o&#8221;, explica Adeliano Cargnin, chefe-geral da institui\u00e7\u00e3o.<\/p><\/blockquote><\/div>\n<div id=\"chunk-frdgh\">\n<p data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links> Mas n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 gen\u00e9tica que faz diferen\u00e7a. O <strong>terroir <\/strong>\u00e9 essencial pra identidade da bebida. <\/p>\n<\/p><\/div>\n<div id=\"chunk-4j63m\">\n<p data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links> <em>\ud83d\udd0e Terroir \u00e9 a soma das caracter\u00edsticas naturais e do manejo que influenciam diretamente o sabor e a qualidade do espumante<\/em> <\/p>\n<\/p><\/div>\n<div data-block-type=\"backstage-photo\" id=\"chunk-5cujb\">\n<p> Parreirais na Serra do RS \u2014 Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o\/ RBS TV <\/p>\n<\/p><\/div>\n<div id=\"chunk-8ip67\">\n<p data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links> Em Pinto Bandeira, a <strong>altitude<\/strong>, os <strong>ventos noturnos<\/strong> e o <strong>solo pedregoso<\/strong> criam condi\u00e7\u00f5es \u00fanicas para a matura\u00e7\u00e3o lenta das uvas. Essa combina\u00e7\u00e3o garantiu \u00e0 regi\u00e3o um t\u00edtulo exclusivo: \u00e9 a <span>\u00fanica Denomina\u00e7\u00e3o de Origem dedicada a espumantes em todo o Hemisf\u00e9rio Sul<\/span>. <\/p>\n<\/p><\/div>\n<div id=\"chunk-5pr92\">\n<p data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links> &#8220;A temperatura um pouco mais amena, com dias mais quentes, ajuda muito na matura\u00e7\u00e3o da uva e contribui para expressar, especialmente, a quest\u00e3o de acidez para o espumante e os aromas que transmite pro espumante&#8221;, explica o engenheiro agr\u00f4nomo Jonas Panisson. <\/p>\n<\/p><\/div>\n<div id=\"chunk-d36lt\">\n<p data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links> Na regi\u00e3o, cada parreira \u00e9 conduzida <strong>verticalmente<\/strong>, com <strong>poucos cachos<\/strong>, para concentrar sabor. Depois, o espumante descansa na pr\u00f3pria garrafa por um ano. <\/p>\n<\/p><\/div>\n<div id=\"chunk-1u0v7\">\n<p data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links> J\u00e1 Em SantAna do Livramento, uma descoberta mais recente tamb\u00e9m vem chamando aten\u00e7\u00e3o. Espumantes elaborados na faixa do <strong>paralelo 31<\/strong> (mesma linha que corta regi\u00f5es consagradas da \u00c1frica do Sul, Austr\u00e1lia e Chile) j\u00e1 colecionam medalhas no Chile, na Fran\u00e7a e no Reino Unido. <\/p>\n<\/p><\/div>\n<div id=\"chunk-4qdqk\">\n<p data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links> O <strong>clima seco<\/strong>, as <strong>noites frias<\/strong> e a <strong>matura\u00e7\u00e3o lenta<\/strong> garantem a identidade da bebida. <\/p>\n<\/p><\/div>\n<div id=\"chunk-67aaa\">\n<p data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links> &#8220;Aqui na fronteira tem mais luminosidade, mais tempo de sol, os dias s\u00e3o maiores, diferentes da Serra. Ent\u00e3o, a gente consegue ter um controle maior na qualidade da uva, at\u00e9 o ponto da colheita&#8221;, comenta o supervisor de uma cooperativa, Sergio Pereira. <\/p>\n<\/p><\/div>\n<div id=\"chunk-c8b5j\">\n<p data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links> O mercado percebeu o potencial: <span>a produ\u00e7\u00e3o na fronteira deve saltar de 10 mil garrafas este ano para quase 100 mil em 2026<\/span>. <\/p>\n<\/p><\/div>\n<div id=\"chunk-7pqht\">\n<p data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links> &#8220;\u00c9 uma aposta que deu certo&#8221;, resume Jair Tonello, vice-presidente da cooperativa local. <\/p>\n<\/p><\/div>\n<div data-block-type=\"backstage-photo\" id=\"chunk-2fogu\">\n<p> Espumante na Serra do RS \u2014 Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o\/ RBS TV <\/p>\n<\/p><\/div>\n<div data-block-type=\"raw\" data-block-weight=\"6\" id=\"chunk-1r7v7\">\n<p><h2>V\u00cdDEOS: Tudo sobre o RS<\/h2>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Para chegar a esse resultado, entram em cena segredos bem guardados, como: os ventos frios das altitudes, o solo pedregoso que controla a \u00e1gua, o manejo preciso das parreiras, a&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":38627,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-38626","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-regiao"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/radioultimapalavra.amelhor.net\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/38626","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/radioultimapalavra.amelhor.net\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/radioultimapalavra.amelhor.net\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/radioultimapalavra.amelhor.net\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/radioultimapalavra.amelhor.net\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=38626"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/radioultimapalavra.amelhor.net\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/38626\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/radioultimapalavra.amelhor.net\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/38627"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/radioultimapalavra.amelhor.net\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=38626"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/radioultimapalavra.amelhor.net\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=38626"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/radioultimapalavra.amelhor.net\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=38626"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}