{"id":41501,"date":"2026-04-26T09:25:54","date_gmt":"2026-04-26T12:25:54","guid":{"rendered":"https:\/\/radioultimapalavra.amelhor.net\/site\/el-nino-forte-em-2026-reacende-alerta-de-cheias-no-rs-e-testa-preparo-apos-tragedia-de-2024\/"},"modified":"2026-04-26T09:25:54","modified_gmt":"2026-04-26T12:25:54","slug":"el-nino-forte-em-2026-reacende-alerta-de-cheias-no-rs-e-testa-preparo-apos-tragedia-de-2024","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/radioultimapalavra.amelhor.net\/site\/el-nino-forte-em-2026-reacende-alerta-de-cheias-no-rs-e-testa-preparo-apos-tragedia-de-2024\/","title":{"rendered":"El Ni\u00f1o forte em 2026 reacende alerta de cheias no RS e testa preparo ap\u00f3s trag\u00e9dia de 2024"},"content":{"rendered":"<div>\n<div id=\"chunk-fbal3\">\n<p data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links> Naquele ano, a<strong> cat\u00e1strofe foi resultado de uma combina\u00e7\u00e3o de fatores:<\/strong> <span>um El Ni\u00f1o que atuava desde 2023<\/span>, <span>o aquecimento do Oceano Atl\u00e2ntico<\/span> e <span>a chegada de frentes frias<\/span>. Mais de 180 pessoas morreram, quase 95% dos munic\u00edpios ga\u00fachos foram atingidos e, em Porto Alegre, o sistema de prote\u00e7\u00e3o contra cheias colapsou, com o n\u00edvel do Gua\u00edba chegando a 5,37 metros. <\/p>\n<\/p><\/div>\n<div id=\"chunk-e3ccu\">\n<p data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links> Segundo a meteorologista<strong> Jos\u00e9lia Pegorim<\/strong>, da Climatempo, <span>o El Ni\u00f1o de 2026 tem potencial para ser de &#8220;forte a muito forte&#8221;,<\/span> com<strong> intensidade compar\u00e1vel \u00e0 observada em 2023<\/strong>, e seus efeitos devem ser sentidos no inverno e, com maior preocupa\u00e7\u00e3o, na primavera. <\/p>\n<\/p><\/div>\n<div id=\"chunk-45n91\">\n<p data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links> &#8220;Historicamente o aumento da chuva sobre o Sul do Brasil \u00e9 mais preocupante na primavera, que j\u00e1 \u00e9 uma esta\u00e7\u00e3o quando normalmente se observam eventos de chuva intensos e at\u00e9 extremos nesta regi\u00e3o&#8221;, explica. <\/p>\n<\/p><\/div>\n<div id=\"chunk-ap4o2\">\n<p data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links> Para Gisele Ramos, propriet\u00e1ria de um restaurante na Col\u00f4nia de Pescadores Z5, em Pelotas, no Sul do Estado, a possibilidade de muita chuva traz apreens\u00e3o. <\/p>\n<\/p><\/div>\n<div data-block-type=\"raw\" data-block-weight=\"36\" id=\"chunk-f5nu4\">\n<blockquote><p>&#8220;A gente j\u00e1 est\u00e1 conseguindo trabalhar e seguir a vida. Eu ainda tenho muito medo, mas n\u00e3o tem o que fazer. A gente tem de tentar superar esse medo pra seguir em frente&#8221;, afirma a empres\u00e1ria.<\/p><\/blockquote><\/div>\n<div data-block-type=\"raw\" data-block-weight=\"7\" id=\"chunk-3qhqj\">\n<p><h2>O RS est\u00e1 mais preparado para 2026?<\/h2>\n<\/p><\/div>\n<div data-block-type=\"backstage-photo\" id=\"chunk-4u50s\">\n<p> Imagem a\u00e9rea mostra alagamento em Canoas, na Regi\u00e3o Metropolitana de Porto Alegre \u2014 Foto: Carlos Macedo\/AP <\/p>\n<\/p><\/div>\n<div id=\"chunk-d27t7\">\n<p data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links> Para Rodrigo Paiva, pesquisador do IPH, \u00e9 &#8220;dif\u00edcil de afirmar&#8221; se teremos uma cheia igual \u00e0 de 2024, mas a preocupa\u00e7\u00e3o com a chegada de um novo El Ni\u00f1o deve &#8220;acelerar medidas de prepara\u00e7\u00e3o&#8221;. <\/p>\n<\/p><\/div>\n<div id=\"chunk-gp1\">\n<p data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links> Segundo ele, houve avan\u00e7os importantes desde a \u00faltima grande enchente. <\/p>\n<\/p><\/div>\n<div data-block-type=\"raw\" data-block-weight=\"35\" id=\"chunk-9dm0t\">\n<blockquote><p>&#8220;O que a gente observa desde 2024 foi um grande investimento em v\u00e1rias a\u00e7\u00f5es, desde melhoria na prepara\u00e7\u00e3o da Defesa Civil, alguns sistemas de previs\u00e3o, de alerta, a contrata\u00e7\u00e3o de desenvolvimento de estudos&#8221;, aponta Paiva.<\/p><\/blockquote><\/div>\n<div id=\"chunk-2t1ir\">\n<p data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links> Um dos pontos positivos destacados pelo pesquisador \u00e9 a reconstru\u00e7\u00e3o de infraestrutura de forma mais resiliente. <\/p>\n<\/p><\/div>\n<div data-block-type=\"raw\" data-block-weight=\"35\" id=\"chunk-dlc9k\">\n<blockquote><p>&#8220;A gente observa que muitas estradas e pontes foram reconstru\u00eddas de forma adaptada, maiores, preparadas para cheias maiores, pensando em resistir \u00e0 cheia de 2024 e resistir, inclusive, a impactos de uma mudan\u00e7a clim\u00e1tica&#8221;, afirma.<\/p><\/blockquote><\/div>\n<div id=\"chunk-4p423\">\n<p data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links> Contudo, a principal vulnerabilidade da capital persiste. O sistema de prote\u00e7\u00e3o contra cheias de Porto Alegre, que inclui o Muro da Mau\u00e1, diques e casas de bombas, foi severamente danificado e ainda n\u00e3o est\u00e1 totalmente recuperado. <\/p>\n<\/p><\/div>\n<div data-block-type=\"raw\" data-block-weight=\"34\" id=\"chunk-9rblp\">\n<blockquote><p>&#8220;Das apresenta\u00e7\u00f5es que a gente viu por parte do Dmae, apenas parte das falhas identificadas foi resolvida. A maior parte das falhas ainda est\u00e1 em fase de projetos e obras em andamento&#8221;, alerta Paiva.<\/p><\/blockquote><\/div>\n<div id=\"chunk-d42d1\">\n<p data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links> &#8220;Se uma cheia de grande magnitude acontecesse esse ano, \u00e9 poss\u00edvel que partes da cidade de Porto Alegre fossem atingidas novamente&#8221;, diz o pesquisador. <\/p>\n<\/p><\/div>\n<div id=\"chunk-6ghr0\">\n<p data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links> Paiva refor\u00e7a que a prepara\u00e7\u00e3o deve ser cont\u00ednua, pois eventos extremos podem ocorrer em qualquer ano. Ele acredita, por\u00e9m, que a mem\u00f3ria recente da popula\u00e7\u00e3o sobre como agir pode ajudar a mitigar os impactos de uma futura cheia. <\/p>\n<\/p><\/div>\n<div id=\"chunk-d38hm\">\n<p data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links> &#8220;\u00c9 importante que essa mem\u00f3ria fique para as pr\u00f3ximas gera\u00e7\u00f5es tamb\u00e9m, atrav\u00e9s de planos e prepara\u00e7\u00f5es que fiquem para a posteridade&#8221;, conclui. <\/p>\n<\/p><\/div>\n<div data-block-type=\"backstage-photo\" id=\"chunk-8033g\">\n<p> Museu de Arte do RS durante enchente de maio em Porto Alegre \u2014 Foto: Alan Mendon\u00e7a Furtado\/Margs <\/p>\n<\/p><\/div>\n<div data-block-type=\"raw\" data-block-weight=\"4\" id=\"chunk-44dld\">\n<p><h2>Investimentos em Porto Alegre<\/h2>\n<\/p><\/div>\n<div id=\"chunk-7vjgf\">\n<p data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links> Em balan\u00e7o apresentado pela prefeitura de Porto Alegre na quinta-feira (23), o prefeito Sebasti\u00e3o Melo (MDB) falou sobre investimentos em preven\u00e7\u00e3o e obras de prote\u00e7\u00e3o contra cheias: <\/p>\n<\/p><\/div>\n<div id=\"chunk-24bl1\">\n<p data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links> &#8220;Desde 2024, sempre buscamos solu\u00e7\u00f5es para melhorar Porto Alegre. Com as obras realizadas e medidas adotadas, podemos afirmar que a cidade j\u00e1 est\u00e1 muito mais segura e preparada para eventos clim\u00e1ticos extremos. Mas olhamos para o futuro, com outras interven\u00e7\u00f5es que v\u00e3o qualificar ainda mais a prote\u00e7\u00e3o na capital&#8221;. <\/p>\n<\/p><\/div>\n<div id=\"chunk-a7m3h\">\n<p data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links> Ainda segundo o Executivo, os &#8220;investimentos em prote\u00e7\u00e3o contra cheias e drenagem urbana somam R$ 2,3 bilh\u00f5es, provenientes de recursos pr\u00f3prios, financiamentos nacionais e internacionais e repasses de fundos criados ap\u00f3s a enchente de 2024. Do total, R$ 1,1 bilh\u00e3o ser\u00e1 destinado \u00e0 amplia\u00e7\u00e3o e constru\u00e7\u00e3o de novas casas de bombas, e R$ 600 milh\u00f5es \u00e0 qualifica\u00e7\u00e3o de arroios e galerias.&#8221; <\/p>\n<\/p><\/div>\n<div id=\"chunk-7bp1f\">\n<p data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links> \u201cEstamos qualificando os sistemas com obras estruturantes e melhorias operacionais, o que amplia a capacidade de resposta da cidade diante de eventos extremos\u201d, disse o diretor de Prote\u00e7\u00e3o Contra Cheias e Drenagem Urbana do Departamento Municipal de \u00c1gua e Esgotos (Dmae), Alex Zanoteli. <\/p>\n<\/p><\/div>\n<div data-block-type=\"backstage-photo\" id=\"chunk-9sipc\">\n<p> Infogr\u00e1fico detalha n\u00fameros da enchente de 2024 no Rio Grande do Sul \u2014 Foto: Arte\/g1 <\/p>\n<\/p><\/div>\n<div id=\"chunk-10rqq\">\n<p data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links> O<strong> El Ni\u00f1o <\/strong>e a<strong> La Ni\u00f1a<\/strong> s\u00e3o as duas fases do mesmo fen\u00f4meno clim\u00e1tico, chamado <span>ENOS (El Ni\u00f1o-Oscila\u00e7\u00e3o Sul).<\/span> <\/p>\n<\/p><\/div>\n<div data-block-type=\"raw\" data-block-weight=\"93\" id=\"chunk-avgd0\">\n<ul>\n<li>\ud83d\udd25 O<strong> El Ni\u00f1o<\/strong><strong> <\/strong>\u00e9 um fen\u00f4meno clim\u00e1tico natural que ocorre em<strong> intervalos irregulares, geralmente a cada 2 a 7 anos<\/strong>. Ele \u00e9 caracterizado pelo <span>aquecimento maior ou igual a 0,5\u00baC das \u00e1guas superficiais do Oceano Pac\u00edfico Equatorial<\/span>. Esse aquecimento altera a circula\u00e7\u00e3o dos ventos e a distribui\u00e7\u00e3o de calor e umidade ao redor do globo, impactando os padr\u00f5es de clima em diversas partes do mundo.<\/li>\n<li>\u2744\ufe0f A <strong>La Ni\u00f1a<\/strong> \u00e9 o oposto: um <span>resfriamento dessas mesmas \u00e1guas, com efeitos igualmente significativos, mas em dire\u00e7\u00e3o contr\u00e1ria, e tende a provocar estiagem no Sul.<\/span><\/li>\n<\/ul><\/div>\n<div id=\"chunk-d79vb\">\n<p data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links> No Brasil, os efeitos do El Ni\u00f1o s\u00e3o distintos: <span>enquanto provoca secas nas regi\u00f5es Norte e Nordeste, aumenta significativamente o volume e a frequ\u00eancia das chuvas na Regi\u00e3o Sul<\/span>. <\/p>\n<\/p><\/div>\n<div id=\"chunk-ftjv\">\n<p data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links> A rela\u00e7\u00e3o entre El Ni\u00f1o e eventos extremos no Sul do Brasil tamb\u00e9m aparece em um estudo do <strong>Instituto de Pesquisas Hidr\u00e1ulicas da <\/strong>UFRGS,<strong> <\/strong>publicado em 2025 na revista cient\u00edfica<em> Communications Earth &#038; Environment<\/em>. A pesquisa analisou<strong> 45 anos de dados de vaz\u00e3o de rios em 788 esta\u00e7\u00f5es de monitoramento da Am\u00e9rica do Sul<\/strong> e concluiu que <span>o fen\u00f4meno aumenta a probabilidade de cheias na Bacia do Prata, regi\u00e3o que abrange parte do territ\u00f3rio ga\u00facho<\/span>. <\/p>\n<\/p><\/div>\n<div id=\"chunk-4nvc9\">\n<p data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links> Durante epis\u00f3dios de El Ni\u00f1o, <strong>a chance de enchentes nessa \u00e1rea pode crescer em at\u00e9 160%<\/strong>. Os pesquisadores ressaltam, por\u00e9m, que <strong>o El Ni\u00f1o n\u00e3o age sozinho<\/strong>. O estudo aponta que<span> enchentes e secas dependem de uma combina\u00e7\u00e3o de fatores, como o comportamento da chuva, a umidade do solo, o n\u00edvel anterior dos rios e outras condi\u00e7\u00f5es meteorol\u00f3gicas<\/span>. <\/p>\n<\/p><\/div>\n<div id=\"chunk-eepua\">\n<p data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links> <strong>Na pr\u00e1tica, o fen\u00f4meno funciona como um amplificador do risco, e n\u00e3o como causa \u00fanica de um desastre.<\/strong> <\/p>\n<\/p><\/div>\n<div id=\"chunk-1gmhq\">\n<p data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links> Outro dado importante \u00e9 de que o impacto do El Ni\u00f1o <span>pode aparecer de forma ainda mais intensa na vaz\u00e3o dos rios do que no volume de chuva<\/span>. De acordo com o estudo, <span>os sinais de precipita\u00e7\u00e3o extrema e de cheia costumam caminhar na mesma dire\u00e7\u00e3o, mas as cheias apresentam amplifica\u00e7\u00e3o maior.<\/span> <\/p>\n<\/p><\/div>\n<div id=\"chunk-t5qc\">\n<p data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links> Essa pesquisa refor\u00e7a a avalia\u00e7\u00e3o de especialistas de que<span> um novo epis\u00f3dio de El Ni\u00f1o exige aten\u00e7\u00e3o redobrada no Rio Grande do Sul<\/span>, <strong>embora n\u00e3o permita prever, por si s\u00f3, uma repeti\u00e7\u00e3o da trag\u00e9dia de 2024<\/strong>. <\/p>\n<\/p><\/div>\n<div id=\"chunk-fol7v\">\n<p data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links> Desde 2006, <strong>uma sequ\u00eancia de epis\u00f3dios de El Ni\u00f1o <\/strong>vem mudando cada vez mais o clima do planeta, ainda quando s\u00e3o considerados fracos ou moderados, aumentando o risco dos extremos (secas, enchentes e ondas de calor). <\/p>\n<\/p><\/div>\n<div data-block-type=\"raw\" data-block-weight=\"53\" id=\"chunk-fuuh9\">\n<ul>\n<li><strong>2006\u20132007: <\/strong>El Ni\u00f1o fraco a moderado.<\/li>\n<li><strong>2009\u20132010: <\/strong>El Ni\u00f1o moderado.<\/li>\n<li><strong>2014\u20132016: <\/strong>El Ni\u00f1o muito forte, ligado a recordes de calor e extremos mais frequentes.<\/li>\n<li><strong>2018\u20132019: <\/strong>El Ni\u00f1o fraco a moderado, mais curto e com impactos mais limitados.<\/li>\n<li><strong>2023\u20132024: <\/strong>El Ni\u00f1o forte, <span>um dos mais intensos j\u00e1 registrados<\/span>, associado a novos recordes de calor.<\/li>\n<\/ul><\/div>\n<div id=\"chunk-15ldj\">\n<p data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links> No trimestre julho-agosto-setembro, a chance sobe para 72%. Em agosto-setembro-outubro, chega a 80%. No fim do ano, entre outubro e dezembro, a probabilidade de um El Ni\u00f1o ativo atinge 83%, ainda segundo os modelos oficiais da ag\u00eancia. <\/p>\n<\/p><\/div>\n<div id=\"chunk-25ut8\">\n<p data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links> Diante desse cen\u00e1rio, especialistas refor\u00e7am que o novo epis\u00f3dio de El Ni\u00f1o exige aten\u00e7\u00e3o e prepara\u00e7\u00e3o cont\u00ednua, j\u00e1 que o fen\u00f4meno pode aumentar o risco de enchentes, mas n\u00e3o determina, sozinho, a repeti\u00e7\u00e3o de uma trag\u00e9dia como a de 2024. <\/p>\n<\/p><\/div>\n<div data-block-type=\"backstage-photo\" id=\"chunk-c0gpg\">\n<p> &#8216;Cemit\u00e9rio de carros&#8217; ap\u00f3s enchente no RS \u2014 Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o\/RBS TV <\/p>\n<\/p><\/div>\n<div data-block-type=\"backstage-photo\" id=\"chunk-5cb5q\">\n<p> Entulho acumulado em rua de Eldorado do Sul, cidade atingida por enchente no RS \u2014 Foto: Carolina Aguaidas\/RBS TV <\/p>\n<\/p><\/div>\n<div data-block-type=\"raw\" data-block-weight=\"5\" id=\"chunk-fac53\">\n<p><h2>V\u00cdDEOS: Tudo sobre o RS<\/h2>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Naquele ano, a cat\u00e1strofe foi resultado de uma combina\u00e7\u00e3o de fatores: um El Ni\u00f1o que atuava desde 2023, o aquecimento do Oceano Atl\u00e2ntico e a chegada de frentes frias. 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