sexta-feira, abril 17, 2026
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Falsa psicóloga do RS vira ré por exercício ilegal da profissão e falsidade ideológica

por admin
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Segundo investigação, mulher cobrava R$ 130 por consulta e atendia pacientes neurodivergentes. Ao menos 85 vítimas teriam sido enganadas, diz polícia.


  • A mulher de 33 anos suspeita de se passar por psicóloga clínica em Porto Alegre, Guaíba e Canoas virou ré por exercício ilegal da profissão e falsidade ideológica.

  • A denúncia foi recebida no dia 8 e, em 12 de agosto, a acusada foi citada para apresentar resposta à acusação no prazo legal de 10 dias.

  • De acordo com o Tribunal de Justiça, o processo tramita em segredo de justiça, por solicitação da Promotoria, já que há a presença de dados sensíveis envolvendo crianças e adolescentes.

Aumenta número de possíveis vítimas de falsa psicóloga em Porto Alegre

Aumenta número de possíveis vítimas de falsa psicóloga em Porto Alegre

A mulher de 33 anos suspeita de se passar por psicóloga clínica em Porto Alegre, Guaíba e Canoas virou ré por exercício ilegal da profissão e falsidade ideológica, após uma denúncia do Ministério Público ser aceita pela Justiça. A denúncia foi recebida no dia 8 e, em 12 de agosto, a acusada foi citada para apresentar resposta à acusação no prazo legal de 10 dias.

De acordo com o Tribunal, o processo tramita em segredo de justiça, por solicitação da Promotoria, já que há a presença de dados sensíveis envolvendo crianças e adolescentes. Até o momento, não há defesa constituída.

Ela foi indiciada no dia 22 de julho pela Polícia Civil. A mulher não teve o nome divulgado.

Inquérito

A mulher não tem a formação correspondente nem está inscrita no conselho da categoria. Ela usava ilegalmente o registro profissional de uma psicóloga que atende em Ivoti, cidade a cerca de 50 km de Porto Alegre. A profissional desconhecia que estava sendo lesada.

Em depoimento à polícia, a suspeita preferiu ficar em silêncio. Não houve pedido de prisão à justiça, porque os crimes tipificados no indiciamento têm pena inferior a quatro anos, esclarece Lopes.

“Só cabe prisão preventiva para crimes que a pena máxima seja superior a quatro anos. Se coubesse, pode ter certeza, eu ia ser o primeiro a representar pela prisão dela”, diz o delegado.

Mais de 80 vítimas em outro inquérito

A suspeita é alvo de um segundo inquérito, conduzido pela 3ª Delegacia de Polícia de Proteção à Criança e ao Adolescente. Ao menos 85 pacientes foram enganados pela suspeita, conforme levantamento da polícia.

Também foram recolhidos cartões de visita e fotos profissionais com a toga de formatura.

Orientações

A Polícia Civil orienta as pessoas que se identifiquem com a situação que registrem ocorrência policial na delegacia mais próxima ou na Delegacia Online.

Polícia cumpriu ordens judiciais em endereços ligados a mulher suspeita de se passar por psicóloga — Foto: Divulgação/Polícia Civil

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