sexta-feira, abril 17, 2026
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Fóssil de réptil voador gigante é identificado por equipe sírio-brasileira no Oriente Médio

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Fóssil de réptil voador gigante é identificado por equipe sírio-brasileira no Oriente Médio

Pesquisador da Unipampa participou da análise do fóssil, que pode ter pertencido a um pterossauro com até 10 metros de envergadura.


  • Fóssil de réptil voador gigante foi redescoberto em mina de fosfato na Síria.

  • Animal podia atingir até 10 metros de envergadura, segundo estimativas.

  • Felipe Pinheiro, da Unipampa, participou da análise e reconstrução do fóssil.

  • Fóssil pertence ao grupo dos azhdarquídeos, maiores animais voadores já registrados.

  • Pesquisadores destacam o potencial paleontológico da Síria e do Oriente Médio.

Pesquisador da Unipampa participou da análise do fóssil, que pode ter pertencido a um dos maiores répteis voadores já registrados. — Foto: Divulgação

Um fóssil de réptil voador gigante foi identificado por uma equipe internacional liderada pela paleontóloga sírio-brasileira Wafa Adel Alhalabi, da Universidade de São Paulo (USP). Segundo Felipe Pinheiro, pesquisador da Universidade Federal do Pampa (Unipampa), o exemplar sírio pode ter atingido dimensões comparáveis às do Quetzalcoatlus northropi, que chegava a 11 metros de envergadura.

O fóssil é de um pterossauro, grupo de répteis voadores que viveu na mesma era dos dinossauros, mas não pertence a eles. O osso descoberto é um úmero (osso do braço), encontrado no início dos anos 2000. A reconstrução do osso foi feita com base em comparações com outros répteis voadores.

“Precisei usar o meu próprio dinheiro para viajar até Latakia e estudar o fóssil. Preparei o espécime em casa usando apenas ferramentas básicas”, contou Wafa Adel Alhalabi. Ela destaca a importância de financiamento e infraestrutura para o avanço da paleontologia na Síria.

Já o gaúcho Felipe Pinheiro é especialista em répteis alados e participou diretamente das análises que confirmaram o tamanho excepcional do fóssil.

Veja os vídeos que estão em alta no g1

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Possível nova espécie

Embora o osso isolado não permita descrever uma nova espécie, os cientistas acreditam que o fóssil pode pertencer a um animal ainda desconhecido. O achado também é incomum por ter sido feito em rochas marinhas, o que sugere que esses répteis alados exploravam ambientes costeiros.

O fóssil pertence ao grupo dos azhdarquídeos, que inclui os maiores animais voadores já registrados. Segundo as pesquisas, esses répteis eram desdentados, tinham pescoços longos e provavelmente caçavam pequenos animais em terra firme. Eles foram os últimos pterossauros a existir.

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