segunda-feira, maio 25, 2026
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Teste do pezinho é ampliado e passa a detectar mais duas doenças raras no RS; saiba quais

por admin
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Iniciativa em parceria com a Casa dos Raros inclui diagnóstico de Atrofia Muscular Espinhal (AME) e Imunodeficiência Combinada Grave (SCID). Previsão é realizar 8 mil testes por mês em recém-nascidos de todo o estado.


  • O teste do pezinho realizado pelo Sistema Único de Saúde (SUS) no Rio Grande do Sul foi ampliado e passará a diagnosticar mais duas doenças raras em recém-nascidos.

  • Com a medida, o número de doenças investigadas na triagem neonatal sobe de sete para nove.

  • As duas novas inclusões são a Atrofia Muscular Espinhal (AME) e a Imunodeficiência Combinada Grave (SCID).

  • A ampliação segue uma lei federal que prevê o aumento escalonado do número de doenças rastreadas no nascimento.

  • A iniciativa conjunta prevê um investimento superior a R$ 36 milhões ao longo de 48 meses.

Teste do pezinho no RS é ampliado e passa a detectar mais duas doenças raras — Foto: Cristine Rochol/PMPA

O teste do pezinho realizado pelo Sistema Único de Saúde (SUS) no Rio Grande do Sul foi ampliado e passará a diagnosticar mais duas doenças raras em recém-nascidos. O anúncio foi feito na manhã desta segunda-feira (25), na Casa dos Raros, em Porto Alegre, fruto de uma parceria entre a instituição e o Governo do Estado.

Com a medida, o número de doenças investigadas na triagem neonatal sobe de sete para nove. As duas novas inclusões são a Atrofia Muscular Espinhal (AME) e a Imunodeficiência Combinada Grave (SCID).

🔍 A AME é uma doença que causa a morte de neurônios motores, levando à fraqueza, atrofia e perda progressiva de movimentos, afetando funções vitais como respirar e engolir. Já a SCID é uma condição que deixa o sistema imunológico praticamente ausente, tornando a criança vulnerável a infecções graves e recorrentes por vírus, bactérias e fungos.

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A ampliação segue uma lei federal que prevê o aumento escalonado do número de doenças rastreadas no nascimento. O diagnóstico precoce, realizado entre o terceiro e o quinto dia de vida do bebê, é considerado fundamental para aumentar as chances de tratamento e a qualidade de vida, especialmente em doenças que exigem intervenção nos primeiros meses.

A iniciativa conjunta prevê um investimento superior a R$ 36 milhões ao longo de 48 meses. A previsão é de que sejam realizados cerca de 8 mil testes por mês, abrangendo os recém-nascidos de todo o estado.

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