Golpe do ‘morango do amor’: criminosos criam perfis nas redes sociais com promoções falsas do doce no RS; saiba como se proteger

Golpe do ‘morango do amor’: criminosos criam perfis nas redes sociais com promoções falsas do doce no RS; saiba como se proteger

Golpe do ‘morango do amor’: criminosos criam perfis nas redes sociais com promoções falsas do doce no RS; saiba como se proteger

De acordo com a Polícia Civil, são usadas fotos e descrições de produtos de empresas reais, às vezes até de outros estados. Para alcançar um público maior, suspeitos impulsionam publicações com anúncio. Consumidor paga, mas não recebe o doce.


  • De acordo com a Polícia Civil do RS, os suspeitos criam perfis falsos nas redes sociais, copiam o conteúdo de lojas reais e anunciam promoções. O consumidor paga, mas não recebe o doce.

  • São usadas fotos e descrições de produtos de empresas reais, às vezes até de outros estados. Para alcançar um público maior, eles impulsionam as publicações com anúncios.

  • Para evitar cair no golpe, é recomendado desconfiar de ofertas atrativas demais e de contas recentes nas redes sociais ou com poucos seguidores.

  • A orientação da autoridades é reunir informações, como prints das mensagens trocadas, números de telefone e e-mails usados pelos golpistas, além do comprovante de pagamento.

Morango do amor: iguaria virou febre nacional — Foto: Neimar De Cesero/Agência RBS

Criminosos estão se valendo da febre nacional do “morango do amor” para aplicar um novo golpe. De acordo com a Polícia Civil do RS, os suspeitos criam perfis falsos nas redes sociais, copiam o conteúdo de lojas reais e anunciam promoções. O consumidor paga, mas não recebe o doce.

🍓 Sucesso nas redes sociais, a sobremesa é composta por morango, brigadeiro branco e uma casquinha de caramelo de açúcar vermelha. Os preços por unidade variam entre R$ 15 e R$ 26 em Porto Alegre.

Segundo a polícia, são usadas fotos e descrições de produtos de empresas reais, às vezes até de outros estados. Para alcançar um público maior, eles impulsionam as publicações com anúncios. O cliente, então, é levado para páginas de pagamentos.

“Eles podem criar sites falsos com aparência profissional ou idênticos a lojas reais. É tudo mentira. Você paga e nunca recebe o produto”, avisa a Polícia Civil.

A Meta, empresa responsável por Instagram e Facebook, sustenta que ações que tenham como objetivo enganar, fraudar ou explorar terceiros não são permitidas nas plataformas. “Estamos sempre aprimorando a nossa tecnologia para combater atividades suspeitas”, alega.

Como se proteger ⚠️

  • Verifique o link (URL) antes de clicar
  • Desconfie de ofertas atrativas demais e de contas recentes nas redes sociais ou com poucos seguidores
  • Pesquise o nome da loja fora das redes sociais
  • Não compartilhe dados pessoais em sites ou perfis que você não tem certeza de serem legítimos

E se cair no golpe?

A orientação das autoridades é reunir informações, como prints das mensagens trocadas, números de telefone e e-mails usados pelos golpistas, além do comprovante de pagamento.

Munido de todos os documentos, o consumidor lesado deve registrar ocorrência na delegacia mais próxima ou online.

De onde vem o que eu como: morango

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