Morador de Gramado prova erro de condenação por estupro após Justiça identificar homem com nome parecido

Morador de Gramado prova erro de condenação por estupro após Justiça identificar homem com nome parecido

Morador de Gramado prova erro de condenação por estupro após Justiça identificar homem com nome parecido

Caso foi registrado em 2022. Homem afirmou nunca ter visitado o município onde o crime foi cometido.


  • Um morador de Gramado, na Serra Gaúcha, conseguiu reverter uma condenação de 61 anos de prisão depois de comprovar que havia sido confundido com outra pessoa em um caso de estupro registrado no Paraná, em 2022.

  • O homem soube da condenação no fim de outubro e procurou imediatamente a Defensoria Pública do Estado do Rio Grande do Sul (DPE/RS).

  • Embora seja natural do Paraná, ele vive no Rio Grande do Sul desde 2001 e afirmou nunca ter visitado o município onde o crime foi cometido. Também disse não conhecer qualquer pessoa envolvida no processo.

  • A partir, começou uma apuração que se estendeu por cinco meses. Segundo a Defensoria, a Justiça paranaense avaliou documentos e informações que demonstraram que o condenado não era o autor do crime.

  • A confirmação da confusão levou à retirada do nome do morador de Gramado do processo. Ele foi informado da decisão na quinta‑feira (5).

Um morador de Gramado, na Serra Gaúcha, conseguiu reverter uma condenação de 61 anos de prisão depois de comprovar que havia sido confundido com outra pessoa em um caso de estupro registrado no Paraná, em 2022.

O homem, que não teve o nome divulgado, soube da condenação no fim de outubro e procurou imediatamente a Defensoria Pública do Estado do Rio Grande do Sul (DPE/RS).

Embora seja natural do Paraná, ele vive no Rio Grande do Sul desde 2001 e afirmou nunca ter visitado o município onde o crime foi cometido. Também disse não conhecer qualquer pessoa envolvida no processo.

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Então, começou uma apuração que se estendeu por cinco meses. Segundo a Defensoria, a Justiça paranaense avaliou documentos e informações que demonstraram que o condenado não era o autor do crime, mas alguém com nome semelhante ao dele.

A confirmação da confusão levou à retirada do nome do morador de Gramado do processo. Ele foi informado da decisão na quinta‑feira (5).

Defensoria Pública do Rio Grande do Sul — Foto: Neimar De Cesero/ Agencia RBS

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