Quadrilha que criou site falso de doações para vítimas das enchentes no RS é presa em MG e ES
Operação foi realizada nesta sexta-feira (26) em Muriaé e em Vila Velha. Investigadores apreenderam carro, celulares, dispositivos eletrônicos e substâncias anabolizantes.
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Uma quadrilha especializada em estelionatos eletrônicos foi presa em Minas Gerais e no Espírito Santo nesta sexta-feira (26). O grupo desviava doações para o Rio Grande do Sul.
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A Polícia Civil de Minas Gerais, com apoio do Espírito Santo, cumpriu quatro mandados de prisão preventiva e dois de busca e apreensão contra o grupo.
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Em Muriaé, dois homens e uma mulher foram presos no Centro. Na residência, os policiais apreenderam celulares, eletrônicos e substâncias anabolizantes.
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Em Vila Velha, no Espírito Santo, um homem foi detido em um apartamento. No local, foram encontrados aparelhos eletrônicos e um veículo de R$ 190 mil.
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A organização criminosa iniciou a atuação em 2024 com o site falso para o Rio Grande do Sul. Depois, passou a aplicar golpes com falsas ofertas de empréstimos.
Quadrilha que criou site falso de doações para vítimas das enchentes no RS é presa em Muriaé — Foto: Polícia Civil de Minas Gerais/Divulgação
Uma quadrilha especializada em estelionatos eletrônicos no Brasil foi presa em Minas Gerais e no Espírito Santo nesta sexta-feira (26). O grupo criou um site falso de arrecadação de doações para vítimas das enchentes no Rio Grande do Sul com o objetivo de enganar e desviar dinheiro.
De acordo com a Polícia Civil de Minas Gerais, foram cumpridos quatro mandados de prisão preventiva e dois de busca e apreensão. A ação contou com a participação da Delegacia de Polícia Civil de Piúma (ES).
Em Muriaé, na Zona da Mata mineira, dois homens e uma mulher foram presos em uma casa no Centro da cidade. No imóvel, foram apreendidos celulares, dispositivos eletrônicos e substâncias anabolizantes.
Já em Vila Velha, no Espírito Santo, um homem foi preso em um apartamento no bairro Jockey de Itaparica. No local, foram encontrados equipamentos eletrônicos e um veículo avaliado em cerca de R$ 190 mil.
Ainda segundo a Polícia Civil, a investigação apurou a atuação da organização criminosa especializada em estelionatos eletrônicos.
Em 2024, o grupo teria iniciado a prática criminosa por meio de um falso site de arrecadação de doações para vítimas das enchentes no Rio Grande do Sul e, posteriormente, passou a aplicar golpes com falsas ofertas de empréstimos financeiros.
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