quinta-feira, maio 21, 2026
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Suspeitos de usar nomes de delegados de SP para aplicar golpes de dentro de presídio são alvo de operação no RS

por admin
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Suspeitos de usar nomes de delegados de SP para aplicar golpes de dentro de presídio são alvo de operação no RS

Operação conjunta mira grupo que aplicava golpes de dentro do presídio de Santa Cruz do Sul.


  • A operação conjunta “Phantom” visa desarticular uma quadrilha que aplicava golpes de dentro do Presídio Regional de Santa Cruz do Sul, no Rio Grande do Sul. Treze presos são alvos da ação, que inclui mandados de busca e apreensão em duas cidades gaúchas.

  • As investigações começaram há dois meses, motivadas por fraudes que utilizavam nomes de delegados da Polícia Civil de São Paulo, inclusive o delegado-geral. Este foi o estopim para a ação policial.

  • O grupo criminoso operava de dentro da unidade prisional, empregando diversas linhas telefônicas e números de WhatsApp com DDDs variados. Eles visavam vítimas em diferentes estados brasileiros.

  • Familiares dos detentos apoiavam o esquema, com dois parentes presos por receberem os valores dos golpes. O uso de nomes de delegados em aplicativos de relacionamento foi o principal motivador da operação.

Presos usavam nomes de delegados de SP para aplicar golpes de dentro de presídio no RS, afirma polícia — Foto: Polícia Civil/Divulgação

Uma operação conjunta das polícias civis do Rio Grande do Sul e de São Paulo, com apoio da Polícia Penal, foi deflagrada na manhã desta quinta-feira (21) para desarticular uma organização criminosa que aplicava golpes de dentro do Presídio Regional de Santa Cruz do Sul.

A Operação Phantom tem como alvo 13 presos. Também foram cumpridos sete mandados de busca e apreensão, sendo seis em Santa Cruz do Sul e um em Novo Hamburgo.

Segundo o delegado do Setor de Investigações Gerais de São Paulo, Adair Marques Correia, as investigações começaram há cerca de dois meses. O estopim foi uma série de fraudes usando nomes de delegados da Polícia Civil paulista, incluindo o do delegado-geral.

Veja os vídeos que estão em alta no g1

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De acordo com a polícia, o grupo usava diferentes linhas telefônicas e números de WhatsApp, com DDDs variados conforme o estado das vítimas. O esquema era operado de dentro da unidade prisional e contava com o apoio de familiares dos detentos.

Dois parentes de presos foram detidos, suspeitos de receber os valores obtidos com os golpes. Embora o grupo já aplicasse outras fraudes, a operação foi motivada pelo uso dos nomes dos delegados em golpes por aplicativos de relacionamento.

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