Trump elogia Xi Jinping e aponta para acordo comercial com a China

Trump elogia Xi Jinping e aponta para acordo comercial com a China

Trump também elogiou Xi Jinping e criticou a postura de Biden em relação a Pequim.

“Tenho um relacionamento muito bom com o presidente Xi. Acho que um ótimo relacionamento com o presidente Xi. E lembrem-se, ele ama a China e eu amo os Estados Unidos.”, afirmou o presidente americano.

No possível acordo, o republicano quer garantir tanto investimentos chineses na economia americana quanto um compromisso de que a China comprará mais produtos dos Estados Unidos.

A Casa Branca impôs, em fevereiro, novas tarifas de 10% à China, que retaliou a medida aumentando impostos sobre alguns produtos americanos, como energia e maquinário. Nos últimos dias, o governo de Xi Jinping destacou que está disposto a dialogar, mas segue fortemente insatisfeito com as tarifas.

Além das tarifas contra os chineses, Trump também impôs sanções ao México e ao Canadá. No entanto, os dois países negociaram com os americanos e conseguiram uma pausa de um mês na cobrança, que termina no dia 3 de março.

Segundo uma pesquisa da Ipsos, a maioria da população rejeita as tarifas de Trump contra os três países. Ainda conforme o levantamento, sete em cada dez americanos esperam impactos negativos dessas medidas na economia dos Estados Unidos.

Neste primeiro mês de mandato, o republicano foi além das barreiras da política comercial e também interveio em conflitos armados.

Ele recebeu, na Casa Branca, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, e causou espanto ao afirmar que os Estados Unidos iriam “tomar conta de Gaza” e que países como Egito e Jordânia deveriam receber os palestinos.

O deslocamento forçado de civis é proibido pelo direito internacional, e a declaração foi amplamente repudiada por líderes ao redor do mundo.

Trump também adotou um tom de confronto com a Europa. Ele manteve as ameaças de tarifas e classificou o relacionamento dos Estados Unidos com a União Europeia como “muito injusto”.

Uma das principais críticas envolve os gastos militares dos países europeus na OTAN, considerados insuficientes pelo governo americano.

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