segunda-feira, abril 13, 2026
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Comunidade terapêutica é interditada no RS após relatos de castigos físicos e permanência contra a vontade de internos

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Comunidade terapêutica é interditada no RS após relatos de castigos físicos e permanência contra a vontade de internos

De acordo com a delegada Marina Goltz, castigos incluíam socos no rosto e golpes do tipo mata-leão. Cerca de 30 acolhidos residiam no local. Ninguém foi preso.


  • Uma comunidade terapêutica foi interditada em Novo Hamburgo, na Região Metropolitana de Porto Alegre, nesta sexta-feira (19).

  • Agentes da Polícia Civil e equipes de fiscalização da Vigilância Sanitária identificaram irregularidades, como castigos físicos e permanência de internos contra a vontade.

  • Os representantes do estabelecimento terão prazo de 15 dias para apresentar defesa. Os nomes do local e dos responsáveis não foram divulgados.

  • Cerca de 30 pacientes residiam no estabelecimento. Eles estão sendo encaminhados às famílias.

Comunidade terapêutica é interditada no RS após relatos de castigos físicos

Comunidade terapêutica é interditada no RS após relatos de castigos físicos

Uma comunidade terapêutica foi interditada em Novo Hamburgo, na Região Metropolitana de Porto Alegre, nesta sexta-feira (19), após agentes da Polícia Civil e equipes de fiscalização da Vigilância Sanitária identificarem irregularidades, como castigos físicos e permanência de internos contra a vontade.

Os representantes do estabelecimento terão prazo de 15 dias para apresentar defesa. Os nomes do local e dos responsáveis não foram divulgados.

“Permanência e adesão involuntárias dos acolhidos, ausência de documentos pertinentes aos acolhimentos, relatos de castigos físicos, relatos de castigos medicamentosos, ausência de alimentação adequada e suficiente para a quantidade de pessoas, os acolhidos não tinham ciência que poderiam interromper o tratamento a qualquer tempo, equipe técnica insuficiente, entre outros”, enumera a delegada Marina Goltz.

A delegada acrescenta que os castigos físicos incluíam socos no rosto e golpes do tipo mata-leão em quem violava alguma determinação. Cerca de 30 pacientes residiam no estabelecimento. Eles estão sendo encaminhados às famílias.

As autoridades chegaram até o local a partir de denúncias anônimas no Disque 100 – canal de denúncias de violações de direitos humanos. Integrantes da Secretaria de Desenvolvimento Social e Habitação e da Guarda Municipal também participaram da ação.

Não houve prisões, pois nenhuma situação de flagrante foi constatada durante o cumprimento dos mandados de busca e apreensão. A polícia apura ainda a suspeita de apropriação indébita de bens dos internos.

Agentes da Polícia Civil e da Vigilância em Saúde interditam comunidade terapêutica no RS — Foto: Divulgação/Polícia Civil

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