Corpo de corretora esquartejada em SC é liberado após mais de um mês; velório ocorrerá em Canoas

Corpo de corretora esquartejada em SC é liberado após mais de um mês; velório ocorrerá em Canoas

A Polícia Científica de Santa Catarina informou ao g1 que a Declaração de Óbito (DO) foi emitida em Brusque. A funerária vai retirar os restos mortais em Florianópolis.

“Essa semana terá o descanso eterno”, publicou uma familiar de Luciani nas redes sociais. “Enfim vamos poder sepultar nossa irmã, o que vai restar é a saudade e a luta pela justiça”, escreveu o irmão Matheus Estivalet.

A Polícia Científica afirma que os procedimentos técnicos adotados asseguram a precisão e visam resguardar a dignidade da vítima e de seus familiares, “possibilitando a restituição do corpo da forma mais completa possível, evitando novas etapas de luto”. Leia abaixo a íntegra da manifestação

Luciani Aparecida Estivalet Freitas está desaparecida em Florianópolis — Foto: Redes sociais/ Reprodução

Desaparecimento e mensagens confusas

A dinâmica e a causa da morte ainda não foram totalmente divulgadas.

Mensagem suspeita acendeu alerta à família de Luciani Aparecida Estivalet Freitas, desaparecida em Florianópolis — Foto: Arquivo pessoal

Nota da Polícia Científica de SC

A Polícia Científica de Santa Catarina informa que, no caso da corretora Luciani Aparecida Estivalet, o corpo foi localizado de forma fragmentada, com diferentes partes sendo encaminhadas à perícia em momentos distintos.

Diante dessa condição, os procedimentos técnicos adotados priorizaram a reunião e análise conjunta de todos os fragmentos. A partir dos exames realizados pela área de Antropologia Forense, foi possível estabelecer que todas as partes pertencem a um único indivíduo, garantindo a correta vinculação dos vestígios.

A adoção desse protocolo é fundamental para assegurar a precisão pericial, evitando a necessidade de múltiplos exames genéticos isolados em cada fragmento e garantindo que se trata de um único óbito. Além disso, o procedimento visa resguardar a dignidade da vítima e de seus familiares, possibilitando a restituição do corpo da forma mais completa possível, evitando novas etapas de luto decorrentes de eventuais identificações posteriores de partes.

No momento, amostras coletadas seguem em análise nos setores de Genética e Toxicologia da Polícia Científica, com o objetivo de identificar a vítima e verificar a possível presença de substâncias, como drogas ou medicamentos. Esse processo deve levar entre 20 e 40 dias.

A Polícia Científica de Santa Catarina reafirma seu compromisso com a busca pela verdade, a promoção da justiça e a defesa da cidadania.”

Infográfico – Morte corretora gaúcha — Foto: Arte/g1

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