Caso aconteceu em setembro de 2020. Lucas Iago Fogaça foi assassinado dentro de cela. Homens receberam 24 anos de reclusão e 33 anos de prisão.
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Lucas Iago Rodrigues Fogaça foi assassinado dentro da cela.
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Segundo o MPRS, o detento foi morto após socos, chutes, asfixia e golpes de arma branca.
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Um dos condenados recebeu uma pena de 24 anos de reclusão. Já o outro deve cumprir uma pena maior de 33 anos de prisão.
Penitenciária Estadual de Canoas (Pecan) — Foto: RBS TV/Reprodução
Lucas Iago Rodrigues Fogaça, de 25 anos, foi assassinado dentro da cela que dividia com outros sete presos. Após o crime, ele teve o corpo esquartejado. Segundo o MP, os condenados tinham desentedimentos anteriores.
Segundo o Ministério Público do Rio Grande do Sul, responsável pela acusação contra os homens, o detento foi morto após socos, chutes, asfixia e golpes de arma branca.
Ambos réus foram condenados por homicídio triplamente qualificado. As qualificadoras foram motivo fútil, por conta dos desentendimentos anteriores entre eles, meio cruel, no caso, asfixia, e recurso que dificultou a defesa da vítima, visto que estariam em maior número.
Um dos condenados recebeu uma pena de 24 anos de reclusão. Já o outro deve cumprir uma pena maior de 33 anos de prisão. Este último também foi condenado por vilipêndio a cadáver, conforme o MPRS.
“[O criminoso] ‘se autodeclarava serial killer, tendo respondido a 10 processos por homicídio, mas afirmando ter matado mais de 30 pessoas’”, comenta o promotor Rafael Russomanno Gonçalves. Veja abaixo reportagem da época do crime.

Após assassinato de detento, surgem denúncias que presos comandam penitenciária de Canoas