Suspeito de integrar esquema de falsas arrecadações com crianças doentes é preso em Sorocaba
Organização criminosa utilizava imagens e histórias reais de crianças em tratamento de doenças graves para arrecadar doações fraudulentas nas redes sociais. O esquema movimentou mais de R$ 1,7 milhão.
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Um homem foi preso nesta terça-feira (14) em Sorocaba durante operação contra grupo suspeito de criar falsas campanhas de arrecadação. O esquema movimentou mais de R$ 1,7 milhão.
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A prisão ocorreu no Jardim Faculdade pela Deic de Sorocaba, apoiando a Polícia Civil do Rio Grande do Sul. Foram apreendidos aparelhos eletrônicos com o suspeito.
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A ação cumpriu 19 mandados de prisão preventiva e 17 de busca e apreensão. Os alvos estavam espalhados por cidades de 5 estados brasileiros.
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As investigações começaram após denúncia da mãe de uma criança em tratamento médico. Imagens e vídeos de sua filha eram usados indevidamente em anúncios patrocinados.
Suspeito de integrar esquema de falsas arrecadações com crianças é preso em Sorocaba
Um homem foi preso na manhã desta terça-feira (14), no bairro Jardim Faculdade, em Sorocaba (SP), por suspeita de integrar uma quadrilha que criava falsas campanhas de doação na internet. O grupo usava fotos e histórias reais de crianças com doenças graves para enganar doadores e, segundo a polícia, movimentou mais de R$ 1,7 milhão com os golpes.
A prisão faz parte da “Operação Sophia”, liderada pela Polícia Civil do Rio Grande do Sul, que contou com o apoio da Divisão Especializada de Investigações Criminais (Deic) de Sorocaba.
Homem é preso em Sorocaba em operação contra grupo suspeito de criar falsas campanhas de doação; esquema teria movimentado R$ 1,7 milhão — Foto: Reprodução/Polícia Civil de Sorocaba
Ao todo, a operação cumpriu 19 mandados de prisão preventiva e 17 de busca e apreensão em cinco estados: São Paulo, Rio Grande do Sul, Paraná, Mato Grosso do Sul e Pernambuco.
Na casa do suspeito em Sorocaba, os policiais apreenderam aparelhos eletrônicos, que passarão por perícia. O homem foi levado para a delegacia e segue preso à disposição da Justiça.
A investigação começou após a denúncia da mãe de uma criança que faz tratamento de saúde. Ela descobriu que imagens e vídeos da filha estavam sendo usados indevidamente em anúncios pagos nas redes sociais para pedir dinheiro.
A partir das contas bancárias que recebiam os pagamentos falsos, a polícia conseguiu rastrear o dinheiro e identificar os suspeitos. Segundo a investigação, a quadrilha era dividida em funções específicas para criar as campanhas, impulsionar os anúncios na internet e lavar o dinheiro arrecadado.
Os mandados judiciais foram expedidos pela Justiça de Porto Alegre (RS). O caso segue em investigação para identificar outros possíveis envolvidos.
Foram apreendidos aparelhos eletrônicos para a continuidade das investigações — Foto: Reprodução/Polícia Civil de Sorocaba